

A melatonina é um hormônio ligado ao ciclo claro e escuro, ajudando o corpo a entender que é hora de dormir. Quando tomada em horário inadequado, dose alta ou junto com outros sedativos, ela pode deixar a pessoa lenta no dia seguinte.
A Mayo Clinic orienta que a melatonina seja tratada como um medicamento para dormir, com supervisão médica, e alerta para não dirigir ou operar máquinas nas 5 horas após o uso por risco de sonolência diurna.
Os efeitos colaterais não aparecem em todas as pessoas, mas devem ser observados, principalmente quando a melatonina é usada com frequência ou sem orientação:
Segundo a revisão sistemática Adverse Events Associated with Melatonin for the Treatment of Primary or Secondary Sleep Disorders, publicada na revista CNS Drugs, os eventos adversos mais relatados em ensaios clínicos foram sonolência diurna, dor de cabeça, outros efeitos relacionados ao sono, tontura e hipotermia.
Algumas pessoas têm maior risco de efeitos indesejados ou interações. Antes de usar melatonina, é importante conversar com um profissional se houver:
A melatonina pode fazer sentido quando há desajuste do relógio biológico, mas não resolve todas as causas de dificuldade para dormir. Ansiedade, apneia do sono, dor, refluxo, álcool, excesso de telas, cochilos longos e horários irregulares também precisam ser investigados.
Entender para que serve a melatonina ajuda a usar melhor, mas sonolência diurna, tontura ou confusão após o suplemento são sinais para reavaliar dose, horário e necessidade real.
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