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Messi bilionário: como o craque construiu fortuna de US$ 1 bilhão

Aos 38 anos, Lionel Messi supera US$ 1 bilhão em patrimônio após salários, patrocínios e investimentos globais

26/05/2026 às 07h59 Atualizada em 26/05/2026 às 11h20
Por: Redação Fonte: https://investnews.com.br/negocios/como-messi-construiu-fortuna-us-1-bilhao/
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Messi bilionário: como o craque construiu fortuna de US$ 1 bilhão

Quando adolescente, Lionel Messi recebeu uma oferta que mudaria sua vida para se juntar às categorias de base do FC Barcelona. Esboçado informalmente em um guardanapo, o contrato incluía uma cláusula incomum: o compromisso de pagar o tratamento com hormônio do crescimento do jovem jogador.

Seu clube argentino, Newell’s Old Boys, havia desistido do custo, considerando-o um risco alto demais para um atleta ainda não comprovado. Para o Barcelona, porém, pode ter sido um dos melhores investimentos já feitos: a terapia funcionou, e a carreira de Messi disparou depois disso, levando tanto ele quanto o clube espanhol ao estrelato internacional. Fora de campo, ele acaba de alcançar outro grande marco: tornar-se um dos raros atletas bilionários do esporte.

Messi, de 38 anos, acumulou mais de US$ 700 milhões em salários e bônus desde 2007, segundo uma análise da Bloomberg. Ajustando impostos, desempenho de mercado e receitas de investimentos e patrocínios, seu patrimônio líquido ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão, de acordo com o Bloomberg Billionaires Index. Isso o coloca ao lado do rival de longa data Cristiano Ronaldo — atacante português que se tornou o primeiro bilionário do futebol ao se juntar ao Al-Nassr FC em 2023 — entre os atletas mais ricos do mundo.

Enquanto a personalidade extravagante de Ronaldo há muito atrai anunciantes de produtos petrolíferos a marcas esportivas, a máquina de marketing de Messi, no início da carreira, nem sempre acompanhava o tamanho de seu talento em campo. Mais recentemente, porém — sob a gestão do pai, Jorge — seus negócios prosperaram. Um enorme salário do atual clube, Inter Miami, supostos acordos de divisão de receitas de TV, investimentos imobiliários e até participação em uma rede argentina de restaurantes ajudaram a levá-lo ao clube dos bilionários.

Isso poderia ter acontecido antes. Muitos observadores se surpreenderam quando Messi, recém-campeão mundial com a Argentina em 2022, recusou um contrato gigantesco de US$ 400 milhões anuais para atuar na liga saudita. Em vez disso, escolheu o Inter Miami, enquanto Ronaldo assinou seu próprio contrato saudita em 2023, avaliado em mais de US$ 200 milhões por ano.

“O dinheiro nunca foi um problema para mim, nem um obstáculo em nada”, disse Messi ao Mundo Deportivo em entrevista naquele ano. “Se fosse por dinheiro, eu teria ido para a Arábia Saudita ou para outro lugar.”

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