

De acordo com decretos municipais, 16 municípios seguem em situação de emergência: Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Boca do Acre, Canutama, Carauari, Eirunepé, Guajará, Ipixuna, Itamarati, Juruá, Jutaí, Lábrea, Santo Antônio do Içá, Tabatinga, Tapauá e Tonantins. O anúncio foi feito pelo Governo do Amazonas, por meio do Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais, que divulgou, na quarta-feira (27), o boletim semanal com informações atualizadas sobre a cheia no estado.
Outros 22 municípios estão em nível de alerta: Alvarães, Amaturá, Anamã, Anori, Borba, Caapiranga, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Envira, Fonte Boa, Iranduba, Japurá, Manacapuru, Manaquiri, Maraã, Nova Olinda do Norte, São Paulo de Olivença, Tefé, Uarini e Pauini.
Em situação de atenção, são 24 municípios: Apuí; Autazes; Barcelos; Barreirinha; Beruri; Boa Vista do Ramos; Humaitá; Itacoatiara; Itapiranga; Manaus; Manicoré; Maués; Nhamundá; Novo Airão; Novo Aripuanã; Parintins; Presidente Figueiredo; Rio Preto da Eva; Santa Isabel do Rio Negro; São Gabriel da Cachoeira; São Sebastião do Uatumā; Silves; Urucará; Urucurituba.
Até o momento, a estimativa é de 186.671 pessoas afetadas pelas inundações, em todo o Amazonas.
Na primeira etapa da Operação Cheia 2026, o Governo do Amazonas enviou 598 toneladas de ajuda humanitária para municípios das calhas do Juruá e do Purus, regiões mais impactadas pela subida dos rios neste ano. A ação contempla o envio de 26 mil cestas básicas.
Desse total, 14 mil cestas, equivalentes a 322 toneladas, serão destinadas aos municípios da calha do Juruá. Outras 12 mil cestas, correspondentes a 276 toneladas, seguirão para a calha do Purus.
A Defesa Civil do Amazonas já enviou, em 2026, um total de 125 kits de purificadores de água do projeto Água Boa para 21 municípios do estado. A iniciativa tem como objetivo combater a crise hídrica enfrentada durante os períodos de cheia e estiagem, garantindo o acesso à água potável para as populações ribeirinhas.
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