

As ruas brasileiras ganharam novos protagonistas. Nos últimos anos, carros chineses, que até recentemente eram praticamente desconhecidos do consumidor local, passaram a ocupar vitrines de concessionárias, campanhas publicitárias e o trânsito das grandes cidades. A ofensiva das montadoras da potência asiática embaralhou um mercado que, durante décadas, foi dominado por um grupo restrito de fabricantes tradicionais.
concessionárias, campanhas publicitárias e o trânsito das grandes cidades. A ofensiva das montadoras da potência asiática embaralhou um mercado que, durante décadas, foi dominado por um grupo restrito...
A chegada de marcas como BYD, GAC e GWM alterou o padrão de concorrência da indústria automotiva brasileira e acirrou uma disputa sustentada por tecnologia, eletrificação, preços competitivos e grande capacidade de produção.
Os números confirmam a velocidade dessa mudança. De janeiro a abril deste ano, 125 000 dos 835 000 automóveis e comerciais leves emplacados no Brasil estampavam marcas de grupos chineses. As fabricantes da maior potência asiática já respondem por 15% do mercado nacional e por quase metade dos veículos leves importados vendidos no país.
A multiplicação de opções impressiona até executivos veteranos do setor. Só do início de 2025 até agora, marcas como Omoda, Jaecoo, MG Motor, Geely, Leapmotor, Jetour, Denza e Changan Automobile anunciaram a entrada ou início de operações no Brasil.
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