

Na análise por unidades da federação, o maior rendimento médio mensal por habitante é o do Distrito Federal (R$ 4.401), seguido por São Paulo (R$ 2.862) e Rio Grande do Sul (R$ 2.772). Já a mais baixa é a do Maranhão (R$ 1.231). Considerando o rendimento domiciliar per capita, em 2025, os 10% da população com os maiores rendimentos receberam, em média, 13,8 vezes mais do que os 40% com os menores rendimentos.
Na Região Norte, os rendimentos seguem entre os menores do país. Ainda assim, os dados mostram crescimento da renda nos últimos anos, impulsionado principalmente pelo mercado de trabalho e pela ampliação da população ocupada.
O décimo da população com maior rendimento domiciliar per capita detinha, em 2025, 40,3% do total da massa de rendimentos domiciliares, parcela superior à que possuíam os 70% da população com os menores rendimentos.
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